segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Armas e D, PedroII


Particularmente não uso armas. Nunca usei. Gosto de atirar em alvos de papel. Nunca cacei. Tenho varias armas permitidas de pressão, bestas, tudo permitido. Varias espadas contadas junto ao punho. Não preciso de armas. Tenho uma tecnologia baseada em ciência e que uso, mas a maioria das pessoas, pouco informada e tolamente preconceituosa não usa
Em 1986 um inimigo, criminoso, ex condenado chegou na porta de minha casa (na presença de testemunhas) pegou um revólver (junto com um cumplice), engatilhou apontou para minha cara e disse: 
“Vim matar você”
Reprogramei 
Ele abaixou o revólver, virou-se para o cumplice e disse, estupidamente:
“Ali mora um matador”
Virou-se e foi embora 
Nunca mais o vi
Soube que
depois morrera
Algum tempo depois um matador do bairro (há isso no Rio) apaixonou-se por minha ex-mulher
Passou a me olhar de lado esperando um motivo para me matar
Claro, reprogramei 
Mataram o cara com 22 tiros, o número de pessoas que ele matara. Junto, no mesmo assassinato, mataram um vendeiro que por eu , ser não comuna, me recusara crédito (na verdade recusara à minha empregada que se esquecera de levar todo o dinheiro)
Na passagem de ano de 2004, 31 de dezembro faltou cartolina para aulas que eu estava preparando. Já era tarde, tudo fechado em Senador Camará, fui ao outro lado de via férrea, passando pela passarela para ver se ainda havia alguma loja aberta. Não havia.
Na volta, ao descer a passarela, eu no meio da rampa, parou um Fiat com quatro homens (brancos: brancos também são bandidos...!) com fuzis AR15 começaram a atirar paralelo à passarela na direção em que eu ia
Pensei: se eu voltar correndo, subindo a passarela eles podiam pensar que eu era um risco iminente e me balear
Se eu descesse e tentasse me esconder em baixo da passarela tanto podia ser atingido por eles quanto por quem em que eles estavam atirando
Do outro lado da rua havia uma igreja pentecostal com as portas semi arriadas
Reprogramei, saí correndo, atravessei a linha de tiro, incólume e me enfiei pela loja da igreja. Saí pelos fundos e desapareci
Quando muito jovem um cara tentou me esfaquear: tomei a arma dele
Quando me mudei para a rua do Ouro um sujeito se invocou com meu trabalho e quiz me matar começando por meus alunos próximos Maria e Jaques
A mulher dele morreu e ele teve de se mudar
Eu não preciso de armas
Tenho a Reprogramação 
Mas afirmo que todas as pessoas têm direito de se defender, principalmente nas ruas onde são vulneráveis. Principalmente mulheres , alvo mais fácil de miseráveis 
Muitos caras que mataram mulheres talvez tivessem sido mortos talvez feridos ou no mínimo, impedidos, se as mulheres estivessem armadas. 
O estado não tem direito de obrigar as pessoas a viverem desarmadas seja por que motivo for
Sou um homem comprovadamente honesto nunca fui indiciado nunca dei um cheque sem fundos pago imposto de renda desde 1965, nunca corrompi um guarda nunca descumpri os 8.000.000 de leis e instrumentos com força de lei absurdamente vigentes e por isso o estado não tem o direito de me considerar um idiota que não possa andar armado por ser um risco. Não enquanto o estado não conseguir desarmar os milhares de criminosos que num dantesco exército diabólico mata 70.000 inocentes por ano.
E, mesmo que os desarmasse, mesmo assim não tem o direito de me deixar à sua mercê, de estado tiranizador, eu, desarmado e milhares de policiais armados que podem até me defender mas que também podem, por algum louco ou absurdo motivo querem me matar
Isso acontece todo dia 
Em suma, eu não uso armas porque não preciso mas exijo o direito de usá-las, até para, assumidamente, decidir derrubar o estado e, em contra partida não dou o direito de o estado manter-me dominado por suas armas
O sempre esquecido D Pedro II era tão democrático, tão não tirano que dizia que seus súditos tinham o direito de tentar tirá-lo do poder. Quando meia dúzia de republicanos começaram o processo para derrubá-lo, ele não moveu uma palha para impedi-los, ele que podia mandar matá-los a todos
Ele dizia “eles são o meu povo, eu não posso matar meu povo”
A república foi imposta por seu afilhado Deodoro e pelo membro de sua guarda Floriano. Milhares de pessoas foram mortas para se impor a republica que foi - e é - uma sucessão de corrupções e golpes, escravização dos brasileiros a absurdos escorchantes.
Quando um jovem republicano tentou matar D Pedro ele mandou soltar dizendo que ele tinha direito de tentar tirá-lo e disse que não podia matar seu povo
Quero esse mesmo direito, embora não vá usá-lo nunca
Mas, se o estado me tira esse direito seja como for, não é libertário nem democrático mas uma vil tirania disfarçada de democracia

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